A mensagem enviada pelo banco Santander a seus clientes e a reação do governo. Leia, esta mensagem é para você também que é brasileiro, mesmo que não seja um dos clientes exclusivos do banco:
![]() |
Clique na imagem para ampliar |
Acontece que o banco Santander deve ser elogiado. E também, duramente criticado, logo digo porquê. Elogiado, por ter uma postura franca com seus clientes. Todos neste país já entenderam que a possibilidade de Dilma perder a eleição tem feito as ações na bolsa subirem. Da mesma forma, qualquer chance de que ela venha a vencer derruba as cotações. Aqui no blog já escrevemos sobre isto: .
Portanto, o banco está alertando os seus clientes de algo que é de total interesse, e deve ser elogiado pela transparência com que trata com eles.
Mas, aí vem o presidente do PT, Rui Falcão, e diz que o banco já está revendo a posição, e provavelmente, todos os envolvidos na divulgação da nota serão demitidos. Caso, seja verdade, será um duro golpe na liberdade em nosso país.
Não deixa de ser uma contradição que o presidente do Partido que se diz dos trabalhadores aplaudir a demissão de trabalhadores. O mais grave, porém, é que mostra que no Brasil a liberdade está sendo extinta aos poucos. Agora, uma empresa não pode mais se posicionar contra o governo, deve inclusive omitir uma informação relevante a seus clientes, caso, esta informação seja contrária ao governante de momento.
Notem ainda, que não em toda a nota qualquer menção a votos. Mas, sim ao fato de que os investimentos feitos pelo cliente podem sofrer oscilações em função das eleições. O fato do maior partido do país não saber conviver com a divergência e com a liberdade de opinião demonstra que a política no Brasil ainda não alcançou a maturidade.
Não deixa de ser uma contradição que o presidente do Partido que se diz dos trabalhadores aplaudir a demissão de trabalhadores. O mais grave, porém, é que mostra que no Brasil a liberdade está sendo extinta aos poucos. Agora, uma empresa não pode mais se posicionar contra o governo, deve inclusive omitir uma informação relevante a seus clientes, caso, esta informação seja contrária ao governante de momento.
Notem ainda, que não em toda a nota qualquer menção a votos. Mas, sim ao fato de que os investimentos feitos pelo cliente podem sofrer oscilações em função das eleições. O fato do maior partido do país não saber conviver com a divergência e com a liberdade de opinião demonstra que a política no Brasil ainda não alcançou a maturidade.
E, não é a primeira vez que isto ocorre com o Santander. Algum tempo atrás, o banco demitiu o seu presidente Alexandre Schwartsman, exatamente, porque ele discordou do presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli. Como a Petrobrás é uma das principais clientes do banco, sobrou para o economista, que ao final estava certo. Apenas, para constar o TCU acaba de condenar o ex-presidente da Petrobrás a ressarcir os cofres públicos pelo estrondoso prejuízo no caso da refinaria de Pasadena.
Nenhum comentário:
Postar um comentário