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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Contra o Patrocínio Público da Parada Gay

Por uma questão de princípios e não de valores sou contra o patrocínio público da parada gay.


A Parada Gay de São Paulo é a maior do país e uma das maiores do mundo. Todos os anos atrai milhões de pessoas do universos LGBT, além de simpatizantes e pessoas que estão lá apenas para acompanhar e se divertir. 

A coluna Radar On-line da Veja informa que mais uma vez ela vai contar com patrocínios públicos para organizar a festa. O custo total do evento no ano passado foi de 2,2 milhões de reais, e as estatais Eletrobrás e Petrobrás contribuíram com 250 mil reais. 
Parada Gay de São Paulo.
Fonte: Radar On-line

A minha posição contrária não tem nada haver com a motivação da festa. Como liberal, acredito que o indivíduo deve ser responsável por sua vida. A questão é que também como liberal não posso concordar que dinheiro público seja utilizado para bancar este tipo de evento. 

Os recursos públicos são oriundos dos impostos que todos nós pagamos. Ou seja, aqueles que apoiam os homossexuais e os que se opõem. Portanto, é inaceitável que o recurso de impostos daqueles que se opõem ao movimento gay, possam ser utilizados para financiar aquilo que não concordam. 

É preciso deixar claro, que esta não é uma postura exclusivamente com o movimento LGBT, mas, com todo e qualquer financiamento público a atividades de grupos específicos. Portanto, a postura é a mesma quando o governo financia movimentos como o MST, o MTST, Movimento Negro, Qualquer tipo de Movimento, Organizações civis de qualquer espécie, e inclusive Partidos Políticos. 

Penso, que um movimento que consegue atrair milhões de pessoas para um dia de desfile deve ser totalmente capaz de captar recursos entre os seus apoiadores. Cada um que tenha as suas crenças e valores, que se esforce para conseguir apoiadores a causa. Utilizar o dinheiro público, que pertence a todos é imoral e injusto. Um flagrante delito contra a liberdade.

Qual a sua posição quanto ao financiamento pelo poder público de ações de interesse de grupos? 


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segunda-feira, 24 de março de 2014

Dilma Rousseff é um argumento pela Privatização.

Um único argumento pela privatização? Dilma Roussef.

No começo de 1995, a gaúcha Dilma Roussef, vislumbrou nas mudanças na economia proporcionadas pelo Plano Real a oportunidade de abrir uma loja de importados. Com o dólar à época fixado em R$0,85, o ambiente econômico era ideal para uma lojinha de produtos vindos do Panamá. Mas, a empresa fechou as portas em julho de 1996 (1 ano e 5 meses depois), ao que a Presidente afirma que o motivo de seu insucesso foi o aumento súbito do dólar, passou de R$0,85 para R$1, o que desestabilizou seu modelo de negócios. Em uma das explicações para seu insucesso, Dilma dar a entender que foi "apenas pelos 15 centavos". 

Veja a reportagem da Folha sobre a tentativa empresarial da presidente Dilma aqui.

E por que Dilma Rousseff pode ser um argumento em favor da privatização? Porque, além de seu insucesso empresarial, a trajetória não traz qualquer referência que a credencie para assumir o posto de Presidente do Conselho de Administração da Petrobrás. 

Em sua biografia, disponível no site do Planalto (aqui), que por sinal omite a aventura empresarial, consta um cargo como secretária de Minas, Energia e Comunicação do governo do Rio Grande do Sul. Há uma informação, que o estado gaúcho foi um dos poucos a não sofrer com o racionamento de energia de 2001, mas, não informa nada sobre a interferência de Dilma para que isto ocorresse. 

O que se observa  na trajetória da Presidente, é que todos os cargos que ocupou na vida, se deve às suas relações políticas, o que é um mérito. A posição que ocupou na Petrobrás aconteceu em função de ser a Ministra de Minas e Energia, mais um cargo político que ocupou. 

Os maus resultados recentes da Petrobrás, envolvida na compra mais que equivocada da refinaria de Pasadena, a perda recorde de valor de mercado na casa de R$200 bilhões, e tantos casos de corrupção em que a empresa está envolvida recentemente. 

Se a Petrobrás fosse uma empresa privada é muito pouco provável que Dilma pudesse ascender ao posto de Presidente do Conselho de Administração da empresa, cargo que ocupou graças a sua trajetória política. O Brasil não teria agora uma empresa desta importância se deteriorando rapidamente, e os seus prejuízos seriam responsabilidade apenas dos seus sócios, e não de todos os contribuintes brasileiros. 

Os custos de manter sob controle estatal empresas como Petrobrás já superam em muito os seus benefícios. Nossas estatais, estão de toda forma, privatizadas para o partido de ocasião no poder.

O simples fato de que nossas empresas deixariam de ser utilizadas para abrigar pessoas sem nenhuma capacidade comprovada, gerando enormes prejuízos ao país é um forte argumento para defender as privatizações.

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sábado, 22 de março de 2014

A Regra nº 13 do petismo: "Eu não sabia".

Porque não saber não é desculpa. Ou, não saber é uma dos erros mais vergonhosos de um líder.


Imagine a situação. O verão está chegando e você e toda a sua família estão procura de um passeio para as férias de fim de ano. Um tio sugere um passeio de barco pelo mar, todos concordam, e ele inicia os preparativos. Chega o grande dia. A família toda embarca, você, seu cônjuge, seus filhos, primos, irmãos, avós, sogros, tios e alguns amigos muito próximos. A viagem segue tranquila e divertida, todos felizes com o passeio, e agradecendo ao tio pela grande ideia. 

Após algumas horas de passeio, vocês começam a achar estranho, estão há horas no mar sem chegar a lugar algum. O tio corre para o piloto e pergunta o que está havendo, eis que ele responde: "- Estamos perdidos. Os computadores da embarcação falharam. E eu não sabia que precisaríamos de um mapa. Por isso, não trouxe um." O tio volta e revela a situação. O que era diversão se transforma em pânico. 

E, passadas mais algumas horas, a embarcação pára de vez. O motor estourou. E o que era desespero, começa a se transformar em tragédia. Toda a sua família está a deriva no meio do mar e não há nada que possam fazer. O tio alega que não sabia que o piloto contratado era irresponsável e a embarcação tinham defeitos. O piloto continua alegando que não sabia que precisaria de um mapa. Quando questionada, a empresa dona da embarcação alega que não sabia que ela apresentava defeitos. E, você olhando para seus filhos, sua família e amigos, reflete, "não saber não salvará as nossas vidas". 

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