Os administradores no Brasil sabem que a sua participação no processo de elaboração de explicações e métodos para o desenvolvimento do país são ignoradas. Apesar, de termos ultrapassado o curso de Direito e sermos atualmente o curso superior com o maior número de alunos matriculados e o que mais forma, ainda continuamos numa posição irrelevante em termos de influência nos rumos do país. A nossa voz é ofuscada quase sempre por nossos colegas economistas, sociólogos, cientistas políticos, educadores, médicos e advogados, categorias profissionais que não têm entre seus objetivos a criação de riqueza e o desenvolvimento de nações.
Para tornar mais clara a situação, vejamos os gráficos a seguir: (clique nas imagens para ampliar)
Até o ano de 1956, quando o médico mineiro Juscelino Kubitschek foi eleito, a presidência do Brasil era revezada entre militares e advogados. Após Juscelino, advogados e militares voltaram a se revezar no comando do país até a eleição do jornalista Fernando Collor de Mello, seguiu-se então um engenheiro, um sociólogo, um metalúrgico e nossa atual presidente uma economista.

