Tenho vivido por dois anos em Itapetinga e a minha percepção é que a cidade precisa negociar um divórcio amigável com a sua maior empresa.
Em 2012 tivemos no Brasil o primeiro recuo no número de divórcios desde a nova lei que facilitou o processo em 2010. Não quero defender o fim de relacionamentos, mas, no caso da relação Itapetinga x Azaleia é chegada a hora de um divórcio amigável entre as partes.
O que quero dizer com isso? Desde a minha chegada à Itapetinga tenho visto previsões sobre o futuro da cidade sempre atrelados ao futuro da Azaleia. Ouço comentários de como há alguns anos atrás Itapetinga vivia um momento muito diferente do atual, onde as coisas funcionavam, aconteciam, novas empresas eram criadas e produtos vendiam como água no deserto.
