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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

A linha tênue do estado empresário.

Temos falado da intervenção do estado na economia. O tema divide opiniões, com argumentos válidos a favor e contra. A linha que assumimos é que a participação no estado na economia é muitas vezes necessárias, mas, existe uma linha muito tênue que separa a participação benéfica da participação prejudicial. No Brasil, infelizmente o estado ultrapassou esta linha há muito tempo e todos os sinais atuais são que assim continuará por um bom tempo.

A participação benéfica do estado na economia funciona como indutora de desenvolvimento, ao prover condições equânimes de ingresso e competição para que a iniciativa privada possa atuar, prevalecendo as mais competitivas e bem administradas. A intervenção estatal torna-se prejudicial, no instante que sua presença distorce tais condições, criando um ambiente econômico artificial, em que o sucesso de uma empresa não mais depende de sua excelência e superioridade sobre as demais concorrentes, mas, de interesses de governo questionáveis. 

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Foco: O caminho para a máxima eficácia das organizações.

Imagine que você se encontra no meio de um deserto. Para todo lado que você olha tudo o que ver é um cenário árido, dunas e mais dunas de areias e nenhum sinal de civilização ao seu redor. No céu não há qualquer sinal de nuvens, apenas o Sol solitário e imponente brilhando com toda a sua força sobre a sua cabeça. Você começa a suar e a perder líquido, a sede aumenta e o corpo clama por uma gota de água. Neste momento, saber onde está ou o que aconteceu é o menos importante, encontrar água é o que você precisa. O suor começa a aumentar, as roupas ficam sujas, o calor é extremo e seria muito bom poder jogar uma água no corpo para refrescar. Após muitas horas de caminhada você encontra uma poça d'água, um alívio, uma esperança, mas, logo a decepção. Aquela água é muito pouca, não dar para matar a sede e refrescar o corpo. Você precisa decidir: se beber aquela água não restará para refrescar, se se refrescar não poderá mais beber a água, o que escolher? Há ainda uma terceira opção, beber apenas um pouco de água e usar o restante para se refrescar. Situação difícil.

Analisando as três opções podemos afirmar que a menos acertada é a terceira. Dividir a pouca água não resolveria nenhum problema, nem outro. Você continuaria com sede e com muito calor. A opção de refrescar-se parece também apenas um paliativo, o calor escaldante no deserto logo te faria arder de calor novamente. A opção mais acertada seria a de beber a água, pois, te daria uma sobrevida mais longa para buscar uma fonte maior de água até salvar-se daquela situação.

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Estratégia da Máxima Eficácia Organizacional: Parte 3

Continuando o post sobre a Estratégia para Máxima Eficácia Organizacional:

Toda empresa deveria começar focada nos clientes. Parece meio óbvio, mas, raramente acontece. A maioria das empresas nascentes são montadas de acordo com as conveniências do seu dono. O novo empresário primeiro pensa naquilo que ele pode e deseja fazer, para somente depois pensar em quem pagará por sua oferta.

O primeiro passo para a criação de uma organização altamente eficaz é mudar sua orientação de “dentro para fora” para uma mentalidade de “fora para dentro”.  As empresas existem para atender clientes, portanto, toda a sua estrutura deve está limitada a satisfazê-los. Qualquer estrutura dentro da empresa que não esteja diretamente ligada à satisfação do consumidor deve ser abandonada.

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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Estratégia da Máxima Eficácia Organizacional: Parte 2

Continuando o post sobre a Máxima Eficácia Organizacional:

Para atingir a máxima eficácia na aplicação de seus recursos a organização precisa ter objetivos bem definidos. Somente assim, ela passa a ter um meio de mensurar o retorno obtido no uso de seus recursos. Organizações com objetivos muito genéricos e amplos tendem a perder o controle dos recursos aplicados e tendem a um nível de eficácia baixo.

As pequenas empresas são as que apresentam menor eficiência, e consequentemente menor eficácia. O que explica a alta taxa de mortalidade entre este grupo de organizações, uma vez que os recursos para elas são ainda mais escassos e sendo aplicados de forma ineficiente esgotam-se mais rapidamente levando à falência. A razão para este fenômeno é que empresas pequenas não dispõem de planos estratégicos que definindo bem os seus objetivos possam orientar a aplicação eficiente de recursos, tampouco instrumentos de controles de dados operacionais e avaliações da satisfação do consumidor..

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Estratégia da Máxima Eficácia Organizacional

A pesquisa do termo “Estratégia da Máxima Eficácia Organizacional” retorna no site de pesquisas Google oito resultados semelhantes, todos ligados ao Direito, relacionados com a máxima eficácia dos direitos fundamentais. A pesquisa de termo semelhante “Estratégia da Máxima Eficiência” retornou um único resultado, citado pelo Sr. Ady Raul da Silva, numa audiência pública realizada em 22 de outubro de 1992, na comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, destinada a discutir a participação brasileira no MERCOSUL. As ideias do Sr. Silva chamaram minha intenção e devo retornar a sua fala na ocasião em outro tema.

A Estratégia da Máxima Eficácia Organizacional aplicada à Ciência da Administração é a busca do maior retorno possível para cada recurso aplicado por uma empresa para alcançar os seus objetivos. Num ambiente competitivo, com recursos escassos é indispensável que as organizações apliquem os recursos disponíveis da forma mais eficaz possível, de modo a maximizar o retorno desejado quando da aplicação do recurso.

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