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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

As privatizações segundo a Administração

No post anterior demonstramos que a intervenção do Estado na economia além de criara distorções no mercado resulta em atraso do desenvolvimento do país, ao criar uma iniciativa privada sem iniciativa, dependente do Estado, ineficiente e pouco inovadora. Abordemos agora como a intervenção econômica do governo resultou num Estado gigantesco que tira competitividade do país e se configura em verdadeiro entrave para o desenvolvimento nacional. 

Retomemos a situação da participação do Estado na criação do capitalismo brasileiro. Como falamos, no início do século passado o Brasil não possui uma formação social capaz de por si criar as condições e os meios para o desenvolvimento do capitalismo nacional. A ausência de uma poupança privada, condicionou a necessidade da intervenção estatal. O Estado era o único capaz de através da poupança pública acumular o capital para realizar os investimentos necessários. Para tanto, o governo poderia recorrer a dois expedientes: cobrar impostos da população e contrair dívida para financiar empresas e obras de infraestrutura.

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O Estado na Economia: Um entrave ao desenvolvimento

A crise econômica de 2008 recobrou o fôlego da intervenção estatal na economia. A livre iniciativa, o estado mínimo, começavam a apresentar resultados positivos significativos em várias partes do mundo, especialmente entre as nações emergentes. Na América Latina, Brasil, Chile, Peru, Colômbia, para citar alguns, viram suas economias crescerem aceleradamente, ao mesmo tempo em que novas e poderosas empresas surgiam da noite para o dia. A quebra do Lehman Brothers e o pânico generalizado que provocou ao redor do mundo, deram munição para que governos defensores da intervenção do Estado na economia obtivessem apoio para suas teses. A intervenção do governo Obama em empresas privadas nos EUA foi o golpe final no livre mercado. Se o país mais liberal do mundo estava intervindo na economia, todos podiam e deviam fazer o mesmo. Esta é uma discussão ideológica que vem de longe, e longe ainda irá.

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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Evidência da necessidade de administradores para o desenvolvimento do Brasil


No post anterior, apontei as áreas de conhecimento que exercem maior influência na proposição e na condução do desenvolvimento brasileiro. Ficou claro, que os administradores ocupam ainda uma posição de pouca relevância. Comprovemos então a importância que Administradores podem assumir para o desenvolvimento do Brasil.

A ciência da administração é por natureza uma ciência diretiva, criada para organizar as demais ciências no intuito de alcançar um determinado objetivo. A formação do administrador é holística, interdisciplinar, que se utiliza de métodos e conhecimentos de diversas ciências como Contabilidade, Direito, Economia, Filosofia, Psicologia, Sociologia, e muitas outras. O seu papel é de coordenação e diferencia-se das ciências chamadas puras por ter um caráter essencialmente prático.

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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Os oceanos da competição empresarial

Os autores americanos W. Chan Kim e Renée Mauborgne são os autores de um livro essencial para toda organização intitulado "A estratégia do Oceano Azul". Eles fazem uma analogia das organizações com tubarões nadando em um oceano, são tubarões de todo tamanho grandes, pequenos, médios, todos eles competindo em um mesmo oceano por um pouco de alimento. Ao fim, a competição atroz entre os animais levaria os tubarões a atacarem-se uns aos outros manchando a água de um vermelho escarlate.

A dupla defende que o mundo dos negócios estão cheio de oceanos imensos, inabitados de predadores e ainda desconhecidos. Estes oceanos têm águas tranquilas e azuis, onde nenhum tubarão ainda nadou. O caminho para encontrar estes oceanos passa pela reinvenção dos mercados, criando espaços novos. Nestes oceanos azuis a concorrência torna-se irrelevante, exatamente porque por um bom tempo ela simplesmente não existirá.

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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Expanda os horizontes de sua empresa.

A grande maioria das organizações estarão para sempre presas em mercados que mais parecem aquelas rodas para hamsters. Tal qual o pequeno animal ficam girando e girando sem nunca chegar a lugar algum. Estas empresas são aquelas que ocupam normalmente o terceiro, quarto, quinto, sexto em diante lugares em seu mercado. Ao seguir os passos do líder do setor que é quem dita as regras do jogo, tudo que podem fazer é tentar superar a empresa número um em seu próprio jogo. Quem já brincou com um amigo que sempre mudava as regras da brincadeira no meio da diversão, sabe como é desvantajoso está nesta posição. A mudança de regras sempre ocorre para manter a posição do líder.

As empresas que apenas seguem a número um, estão fadadas a serem ineficazes pelo resto de suas existências. Para que possam ter alguma chance de competir com o líder acabam por oferecer a seus clientes mais cobrando menos. No fim do mês, a conta não fecha, e neste ímpeto crescer e tomar a posição do líder se torna impossível.

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Foco: O caminho para a máxima eficácia das organizações.

Imagine que você se encontra no meio de um deserto. Para todo lado que você olha tudo o que ver é um cenário árido, dunas e mais dunas de areias e nenhum sinal de civilização ao seu redor. No céu não há qualquer sinal de nuvens, apenas o Sol solitário e imponente brilhando com toda a sua força sobre a sua cabeça. Você começa a suar e a perder líquido, a sede aumenta e o corpo clama por uma gota de água. Neste momento, saber onde está ou o que aconteceu é o menos importante, encontrar água é o que você precisa. O suor começa a aumentar, as roupas ficam sujas, o calor é extremo e seria muito bom poder jogar uma água no corpo para refrescar. Após muitas horas de caminhada você encontra uma poça d'água, um alívio, uma esperança, mas, logo a decepção. Aquela água é muito pouca, não dar para matar a sede e refrescar o corpo. Você precisa decidir: se beber aquela água não restará para refrescar, se se refrescar não poderá mais beber a água, o que escolher? Há ainda uma terceira opção, beber apenas um pouco de água e usar o restante para se refrescar. Situação difícil.

Analisando as três opções podemos afirmar que a menos acertada é a terceira. Dividir a pouca água não resolveria nenhum problema, nem outro. Você continuaria com sede e com muito calor. A opção de refrescar-se parece também apenas um paliativo, o calor escaldante no deserto logo te faria arder de calor novamente. A opção mais acertada seria a de beber a água, pois, te daria uma sobrevida mais longa para buscar uma fonte maior de água até salvar-se daquela situação.

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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Estratégia da Máxima Eficácia Organizacional: Parte 3

Continuando o post sobre a Estratégia para Máxima Eficácia Organizacional:

Toda empresa deveria começar focada nos clientes. Parece meio óbvio, mas, raramente acontece. A maioria das empresas nascentes são montadas de acordo com as conveniências do seu dono. O novo empresário primeiro pensa naquilo que ele pode e deseja fazer, para somente depois pensar em quem pagará por sua oferta.

O primeiro passo para a criação de uma organização altamente eficaz é mudar sua orientação de “dentro para fora” para uma mentalidade de “fora para dentro”.  As empresas existem para atender clientes, portanto, toda a sua estrutura deve está limitada a satisfazê-los. Qualquer estrutura dentro da empresa que não esteja diretamente ligada à satisfação do consumidor deve ser abandonada.

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domingo, 9 de fevereiro de 2014

Estratégia da Máxima Eficácia Organizacional: Parte 2

Continuando o post sobre a Máxima Eficácia Organizacional:

Para atingir a máxima eficácia na aplicação de seus recursos a organização precisa ter objetivos bem definidos. Somente assim, ela passa a ter um meio de mensurar o retorno obtido no uso de seus recursos. Organizações com objetivos muito genéricos e amplos tendem a perder o controle dos recursos aplicados e tendem a um nível de eficácia baixo.

As pequenas empresas são as que apresentam menor eficiência, e consequentemente menor eficácia. O que explica a alta taxa de mortalidade entre este grupo de organizações, uma vez que os recursos para elas são ainda mais escassos e sendo aplicados de forma ineficiente esgotam-se mais rapidamente levando à falência. A razão para este fenômeno é que empresas pequenas não dispõem de planos estratégicos que definindo bem os seus objetivos possam orientar a aplicação eficiente de recursos, tampouco instrumentos de controles de dados operacionais e avaliações da satisfação do consumidor..

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Estratégia da Máxima Eficácia Organizacional

A pesquisa do termo “Estratégia da Máxima Eficácia Organizacional” retorna no site de pesquisas Google oito resultados semelhantes, todos ligados ao Direito, relacionados com a máxima eficácia dos direitos fundamentais. A pesquisa de termo semelhante “Estratégia da Máxima Eficiência” retornou um único resultado, citado pelo Sr. Ady Raul da Silva, numa audiência pública realizada em 22 de outubro de 1992, na comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, destinada a discutir a participação brasileira no MERCOSUL. As ideias do Sr. Silva chamaram minha intenção e devo retornar a sua fala na ocasião em outro tema.

A Estratégia da Máxima Eficácia Organizacional aplicada à Ciência da Administração é a busca do maior retorno possível para cada recurso aplicado por uma empresa para alcançar os seus objetivos. Num ambiente competitivo, com recursos escassos é indispensável que as organizações apliquem os recursos disponíveis da forma mais eficaz possível, de modo a maximizar o retorno desejado quando da aplicação do recurso.

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